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Introdução à
Psicologia Cognitiva
1
E X P L O R A N D O A P S I C O L O G I A C O G N I T I VA
1. O que é psicologia cognitiva?
2. De que forma a psicologia desenvolveu-se como ciência?
3. Como a psicologia cognitiva desenvolveu-se a partir da psicologia?
4. Como outras disciplinas contribuíram
para o desenvolvimento da teoria e da
pesquisa em psicologia cognitiva?
DEFINIÇÃO DE PSICOLOGIA
COGNITIVA
O que será estudado em um livro-texto sobre psicologia cognitiva?
1. Cognição: As pessoas pensam.
2. Psicologia cognitiva: Os cientistas pensam
sobre como as pessoas pensam.
3. Estudantes de psicologia cognitiva: As
pessoas pensam sobre o que cientistas
pensam em relação a como as pessoas
pensam.
5. Quais métodos os psicólogos cognitivos usam para estudar o modo como as
pessoas pensam?
6. Quais são as questões atuais e os vários
campos de estudo da psicologia cognitiva?
bem várias formas, por que elas se lembram
de alguns fatos, mas se esquecem de outros, ou
como aprendem a linguagem. Consideremos alguns exemplos:
• Por que, em dias com névoa, os objetos
parecem estar mais distantes do que
realmente estão? Essa discrepância pode
ser perigosa, inclusive enganando motoristas e envolvendo-os em acidentes.
4. Professores que lecionam para estudantes de
psicologia cognitiva: Basta rever os itens
anteriores.
• Por que muitas pessoas lembram-se
de uma determinada experiência (por
exemplo, um momento muito feliz ou
um constrangimento na infância), mas
esquecem os nomes de pessoas a quem
elas conhecem há muitos anos?
Para sermos mais específicos, a psicologia
cognitiva é o estudo de como as pessoas percebem, aprendem, lembram-se de algo e pensam
sobre as informações. Um psicólogo cognitivo
pode estudar o modo como as pessoas perce-
• Por que muitas pessoas têm mais medo
de viajar de avião do que de carro? Afinal de contas, as chances de lesão ou
morte são muito mais altas em um carro
do que em um avião.
20
ROBERT J. STERNBERG
Estas são algumas perguntas que podemos
responder por meio do estudo da psicologia
cognitiva.
Este capítulo introduz o campo da psicologia cognitiva, descrevendo um pouco do
histórico intelectual do estudo do pensamento
humano. Enfatizam-se especialmente algumas
das questões e das preocupações que surgem
quando pensamos sobre como as pessoas pensam. A seguir, teremos um breve panorama dos
principais métodos, das questões e das áreas
de conteúdo da psicologia cognitiva. As idéias
apresentadas neste capítulo proporcionarão um
alicerce sobre o qual construir uma visão dos tópicos da psicologia cognitiva.
Por que estudar a história deste campo ou
mesmo de qualquer outro? Para início de conversa, se soubermos de onde viemos, poderemos ter
uma compreensão melhor de para onde estamos
indo. Além disso, pode-se aprender com erros
do passado. Dessa forma, quando cometermos
erros, eles serão erros novos, e não os mesmos
de antes. Nossas formas de tratar questões fundamentais mudaram, mas algumas dessas questões permanecem praticamente as mesmas. Em
última análise, pode-se aprender algo sobre o
modo como as pessoas pensam estudando como
as pessoas já pensaram sobre o pensar.
O avanço das idéias, muitas vezes, envolve uma dialética. Uma dialética é um processo
de desenvolvimento em que as idéias evoluem
com o passar do tempo por meio de um padrão
de transformações. Qual é esse padrão? Em
uma dialética:
• Propõe-se uma tese. Uma tese é um
enunciado de opinião. Por exemplo, algumas pessoas são da opinião de que
a natureza humana governa muitos aspectos do comportamento humano (por
exemplo, a inteligência ou a personalidade; Sternberg, 1999). Contudo, depois
de algum tempo, alguns indivíduos observam alguns problemas na tese.
• Mais cedo ou mais tarde ou talvez logo
em seguida, surge uma antítese. Uma antítese é um enunciado que se contrapõe
à opinião enunciada anteriormente. Por
exemplo, uma visão alternativa é que o
que adquirimos em nossa criação (o contexto ambiental em que somos criados)
determina quase que por completo muitos aspectos do comportamento humano.
• Mais cedo ou mais tarde, o debate entre a
tese e a antítese leva a uma síntese. Uma
síntese integra os aspectos mais críveis de
cada uma de duas (ou mais) visões. Por
exemplo, no debate sobre a relação entre
inato e adquirido, a integração entre nossa
natureza inata e o que adquirimos no ambiente pode governar a natureza humana.
Na verdade, a visão mais aceita atualmente é que tanto a visão sobre “inato”
quanto a que se baseia no “adquirido” são
incompletas. Ambos os fatores trabalham
juntos em nosso desenvolvimento.
Se uma síntese parece fazer avançar nosso